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Esse foi o dia em que cheguei muito perto da rainha Elizabeth, com o guarda me vigiando, é claro. Tive tanta sorte que, nesse mesmo dia, pude sentar com duas das atrizes do filme “As Panteras”, e me senti parte do trio de lutadoras desse filme!

Acreditou? Realmente é muito para ser verdade. Mas, é quase isso… Estive com muita gente famosa do mundo inteiro, vivos e mortos no museu de cera de Londres. Pena que a câmera, o flash e a luminosidade da foto não permitam que a imagem saia tão real quanto é vendo os bonecos ao vivo. Até as rugas, as veias, os poros, e os pontinhos de barba por fazer são reproduzidos com a perfeição da realidade!

O que me estimulou a colocar um post sobre minha ida ao museu de cera de Londres foi, na verdade, o fato de finalmente eu ter encontrado os CDs com todas as fotos do tempo que morei na Inglaterra e visitei vários países. Estava desesperada com esse sumiço de meses, mas para meu alívio e alegria eles estão aqui. Assim, de vez enquando posso colocar pra vocês alguma coisa bacana das viagens dos meus sonhos.

Eu em frente ao famoso "Big Ben", lugar onde você escuta as mais diversas linguas do mundo.

Indicação de Filme

Hello people!

Cá estou para fazer a indicação de um outro super filme. Digo “outro”, porque me lembro de já ter indicado num post antigo um filme chamado Sombras de Goya. Mas, dessa vez quero falar do filme “A Outra”que no original em inglês se chama “The Other Bolyn Girl”.

Eu amo filmes baseados em fatos reais, principalmente com importância histórica e esses pontos são a base desse filme. Além disso, a vida real da coroa britânica retratada em “A Outra”demosntrou uma excelente trama de paixões, ineteresses e vários aspectos relacionados à pior parte do ser humano.

O filme concentra-se no período do reinado de Henrique VIII, rei da Inglaterra, e a influência que as irmãs “Bolenas” tiveram sobre a ruptura de seu casamento com a rainha Catarina de Aragão culminando na separação oficial da coroa inglesa com a igreja de Roma e na criação da igreja anglicana ligada ao Estado inglês. Apesar de parecer, não é uma pura aula de história, mas é uma trama fascinante que agrada até quem não gosta da matéria. Fica aqui a indicação super recomendada!

17. 01. 2009

Nao poderia deixar passar em branco, sem registrar aqui. Hoje, 17 de janeiro de 2010, faz um ano que tomei uma das decisoes mais importantes da minha vida: disse sim para compratilhar, definitivamente, minha vida com o Johnny. Nossa história teve momentos bons e ruins, sendo os primeiros, certamente superiores. O Johnny nao é uma pessoa sem defeitos, assim como eu, mas nessa uniao de pessoas imperfeitas há a perfeiçao de um estranho encaixe. Parafraseando-o “ele é meu número certinho”. Acima de tudo o que eu mais admiro: parceria, companheirismo e cumplicidade. Como minha vida é mais fácil quando ele está por perto… Já disse antes: meu melhor companheiro dessa vida! Amo muito… Obrigada, mo beini, nao só por esse ano que se passou, mas por todos os que estamos juntos. Sua parceira, companheira, cumplice, Bi.

Motivo do sumiço…

Oi pessoal! Quero primeiro pedir desculpas pelo sumiço, mas tenho um bom motivo. Estou organizando uma mudança… Por isso estive muito ocupada com diversas coisas concernentes a esse fato. Estou novamente animada com minha nova casinha, com os móveis que estou olhando… Tudo isso é gostoso, mas a parte penosa da mudança em si, da procura pela casa, trabalho novo, gastos, isso toma tempo e energia. Esse processo ainda vai durar até mes que vem. Contudo, assim que eu puder dar uma escapadela, aqui estarei. Amo escrever no blog e fico feliz quando recebo mensagens de leitores amigos e áté mesmo de quem nao conheço pessoalmente.

Aos poucos vou compartilhando o que está acontecendo. Abraço grande a todos!

Só mesmo o famoso “rabo preso” pra explicar tal situação… Como é que no auge da crise de mais um mensalão descoberto e com o povo acampado protestando, os deputados resolvem sair de férias sem antes votar todos os pedidos de impeachment referentes ao governador Arruda? Pelo menos dessa vez estão ocorrendo protestos dioturnos em Brasília.

Indignada eu fiquei quando foi descoberto o primeiro mensalão referente ao PT. Lembro que era época de Copa do Mundo e me revoltei ao ver que, diante do futebol, o povo brasileiro realmente fica cego, surdo e mudo para o resto da vida, como o Lula naquele momento que “não viu, não ouviu e não sabia de nada”… Me lembro também que de raiva, não fui assistir à final da Copa (Brasil X França) e fiquei sozinha em casa, pois meus amigos estavam todos reunidos pra torcer. Quando minhas companheiras de república chegaram depois da partida, ainda ficaram dizendo que eu agorei o jogo e por isso o Brasil perdeu. Claro que elas estavam brincando comigo, mas fiquei ainda mais revoltada ao ver centenas de pessoas na rua em frente ao meu prédio, bêbadas, completamente desvairadas, xingando o técnico brasileiro e sua descendência,  por causa de uma derrota num jogo de futebol. Poxa vida… Poucos meses antes, e ainda naquele momento, havia uma grave crise na política brasileira envolvendo o dinheiro e o interesse público e todos viram a notícia no jornal, se incomodaram por alguns minutos, desligaram a talevisão e foram dormir. Difícil… Por isso resolvi escrever aqui. Está publicada minha indignação e protesto contra a atitude dos deputados nessa semana. Se houve tempo para aprovar o orçamento de 2010 que beneficia 6 empresas envolvidas nesse escândalo, deveria haver tempo para a votação do impeachment, afinal esse é o interesse e o clamor do povo nesse momento!

Só uma observação: Eu gosto, assisto e torço pelo futebol tanto da seleção brasileira quanto para o time que escolhi.

Fonte: Agência de Notícias/ Jornal Floripa

Não que eu não goste das linhas retas do moderno, mas o provençal é o que me fascina, sem dúvida! Para quem gosta e quer ver ambientes provençais montados maravilhosos, pode entrar neo site da Alameda Provence:  http://www.alamedaprovence.com.br/index.php?secao=secoes/ambientes&secoes=ambientes

Aqui embaixo estão algumas fotitas que colhi na net…

RIO NILO

Um dia, relendo o texto bem conhecido registrado em Êxodo 2:1-10 a respeito de como a vida de Moisés foi salva por sua mãe da perseguição que faraó fazia contra os meninos hebreus que nasciam, percebi ainda mais como é maravilhoso o cuidado de Deus com os detalhes da nossa vida.

Na ânsia por salvar seu filho, Joquebede, mãe de Moisés, o escondeu por 3 meses, até que com o crescimento da criança ficou difícil simplesmente escondê-lo. Assim, Joquebede tomou a difícil decisão de construir um cesto seguro para abrigar seu bebê que colocaria nas águas do Rio Nilo onde seria achado pela princesa, filha de Faraó que adotaria Moisés. Mas, veja bem… Quando se lê essa história dá a impressão de que o Rio Nilo era um corregozinho, quando, na verdade, é um extenso rio de grande importância para o Egito. A correnteza desse rio poderia ter tirado aquele cesto das margens, de onde Mirian, a irmã de Moíses, o assistia esperando o que iria acontecer. E o que poderia acontecer? Não sabemos o que acontecerá daqui a um minuto e nem Joquebe poderia saber que naquele exato momento a princesa desceria ao rio para se banhar e muito menos que ao ver um bebê hebreu, ao invés de mandá-lo matar lançando-o no próprio Nilo conforme as ordens de seu pai, ela o adotaria e ainda chamaria uma mulher hebréia para cuidar dele, sendo essa mulher a própria Joquebede! Meu Deus… Um cesto com um bebê dentro, num rio enorme e tudo acontece no tempo exato, com ações favoráveis.

Ao pensar nessas circunstâncias, não consigo ver outra coisa senão o cuidado de Deus com os detalhes da nossa vida. Ninguém sabia, mas ali Deus cuidava do libertador do povo de Israel da escravidão no Egito. Não sabemos o que vai acontecer no minuto que virá daqui a pouco. Existe perseguição, o rio é grande demais, e o eventual inimigo se banha nele, mas no cuidado de Deus, tudo acontece no tempo certo e da maneira correta, por mais maluco que seja.

O rio onde estou é grande demais, as situações estranhas, mas que meu cesto seja guiado por Suas mãos.

Don´t give up

FRIAS_~1

Dias de cansaço, stress, de muito trabalho… Algumas músicas têm o poder de nos dar um “up”. Por isso ouvi muito “You Get What You Give” dos New Radicals nos últimos dias. É como se as férias viessem no momento em que a música toca. Tá precisando? Se não puder ir pescar, ouça aí. Mesmo se não entender inglês, vale a pena: 

escrivaninha pra estudo

Gente, essa idéia eu adorei… Me lembrou os tempos de UFV nas épocas de provas que a biblioteca e os famosos “caixotinhos” ficavam lotaaaaaaaaaaaaaaaados de gente desesperada estudando… Tinha dia que se passava pelo “aquário”, no térreo, e não cabia nem mais uma mosca, subia-se para o 1º andar e a mesma coisa, no 2º idem, o 3º não conta, enfim, já fui parar no gramado pra estudar nesses tempos…rsrs. Mas, claro que esse “caixotinho” aí da foto passa uma sensação de calmaria em meio aos estudos. Também pudera, olha como as cores são suaves, a organização é leve e a idéia criativa! Muito bom pra quem tem pouco espaço. Colhi essa pérola do site: http://agulhaselinhas.blogspot.com/, click e veja.

Snif…

menina_chorando

SAUDADE (Miguel Falabella)

Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa,
dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que
não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu,
do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida
é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem
se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade,
mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem
vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se
menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe
como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando
num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa
daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista
como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa
daquela mania de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald’s;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer
com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas
que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor
de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro,
e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz,
e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos.
É não querer saber se ele está mais magro,
se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama,
e ainda assim doer…
Saudade é isso que senti
enquanto estive escrevendo
e o que você, provavelmente, está sentindo
agora depois que acabou de ler.

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