Viejohnny’s Weblog

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Don´t give up

FRIAS_~1

Dias de cansaço, stress, de muito trabalho… Algumas músicas têm o poder de nos dar um “up”. Por isso ouvi muito “You Get What You Give” dos New Radicals nos últimos dias. É como se as férias viessem no momento em que a música toca. Tá precisando? Se não puder ir pescar, ouça aí. Mesmo se não entender inglês, vale a pena: 

Versão melhorada dos “caixotinhos” da UFV

escrivaninha pra estudo

Gente, essa idéia eu adorei… Me lembrou os tempos de UFV nas épocas de provas que a biblioteca e os famosos “caixotinhos” ficavam lotaaaaaaaaaaaaaaaados de gente desesperada estudando… Tinha dia que se passava pelo “aquário”, no térreo, e não cabia nem mais uma mosca, subia-se para o 1º andar e a mesma coisa, no 2º idem, o 3º não conta, enfim, já fui parar no gramado pra estudar nesses tempos…rsrs. Mas, claro que esse “caixotinho” aí da foto passa uma sensação de calmaria em meio aos estudos. Também pudera, olha como as cores são suaves, a organização é leve e a idéia criativa! Muito bom pra quem tem pouco espaço. Colhi essa pérola do site: http://agulhaselinhas.blogspot.com/, click e veja.

Snif…

menina_chorando

SAUDADE (Miguel Falabella)

Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa,
dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que
não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu,
do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida
é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem
se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade,
mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem
vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se
menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe
como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando
num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa
daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista
como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa
daquela mania de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald’s;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer
com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas
que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor
de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro,
e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz,
e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos.
É não querer saber se ele está mais magro,
se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama,
e ainda assim doer…
Saudade é isso que senti
enquanto estive escrevendo
e o que você, provavelmente, está sentindo
agora depois que acabou de ler.

Finaly!

Finalmente achei na net um site que sempre procurei. Na verdade, é uma loja virtual só de produtos (mais móveis) garimpados e repaginados. Pra quem gosta do estilo retrô com toque de modernidade é perfeito! Eu gosto mesmo de coisas antigas e, a cara nova que elas recebem me faz imaginar como isso foi e pode ser feito… Muito bacana! O endereço é http://estudiogloria.com.br/blog/. Aqui vão algumas fotitas pra vocês conferirem:

cadeira1cadeira2cadeiras3cozinha1mesa

Fim de Semana e Feriado

provas

Eu sei que essa figura não tem cara de fim de semana e feriado, mas essa é a vida de professor: trabalho dentro e fora do expediente. Passarei esses dias ausente, porque estou com milhões (adoro hipérboles) de provas e trabalhos pra corrigir!!!

Deus nos abençoe, amém!

Maxuell

Vim aqui mais uma vez mostrar uma música que me fascina… Meu gosto musical é bem variado. Amo música brasileira, da mpb ao forró que adoro dançar (não leia forró por Calipso ou coisa do tipo). Gosto de rock and roll, de pop, soul, groove, salsa… Poxa, a lista é imensa. Por isso poderia colocar aqui muuuuitas músicas que eu gosto muito, mas algumas, dependendo do humor do dia, se sobressaem e hoje é essa: um neo soul de Maxuell, chamado Drown Deep Hula. É daquelas músicas pra se colocar nos dois ouvidos, fechar os olhos e viajar… Bom d+!!!! Click e curta:

Uau!

Me surpreendi quando depois de muito tempo, fui no youtube rever um videozinho que o Johnny fez durante o período em que eu estava morando na Inglaterra ano passado… Ele está com quase 300 exibições! Uau!! Nesse video o Johnny conta nossa história e fala do famoso dia 20 de maio de 2004 que foi o dia em que começamos a namorar. Amo esse video e todos os outros que ele fez pra mim. Ter marido romântico não é pra qualquer uma…rs. Obrigada a você, meu bem, que tem feito meus dias melhores. Te amo!

Aqui vai o video:

Use Drogas

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Me perdoem os fãs do Serguei (sei que não são poucos), mas assistindo o Jô Soares entrevistá-lo, fiquei “de cara” com a situação que uma pessoa fica depois de anos usando drogas. Tá certo que este figura até que está chegando longe, porque ele já está na casa dos 70, mas o que coloco em questão é como as drogas depois de tempos de uso, deixa as pessoas que eram as mais descoladas, as mais bacanas, as mais “pra frente” numa situação de ridículos, “pastéis”, lesados, ou o que se queira chamar.

Vendo a referida entrevista, veio à minha mente um fato que nunca me esqueci. Para quem não sabe, meu pai, na década de 70 foi um bicho-grilo em São Paulo, ouvidor de rock progressivo (isso até hoje), completamente inserido na vida underground da época e, como muitos outros jovens daquele momento, era um usuário de diversos tipos de drogas, algumas até muito pesadas. Mas, o fato é que a vida do meu pai mudou muito com o tempo, especialmente pelo fato de ele ter tido uma experiência com o Espirito Santo mais doida que as drogas. Cresci ouvindo as histórias loucas do meu pai. Um dia, quando eu tinha em torno de 10 anos de idade, estávamos num bairro em São Paulo e meu pai disse que um dos amigos dele daquela época morava ali por perto. Então, junto comigo ele se pôs a procurar a bendita casa… Eita memória boa… Como ele se lembrava de qual rua era, mas não se lembrava da casa, meu pai começou a bater na porta da vizinhança perguntando se alguém conhecia o ”Fulano de Tal” pelo nome de registro e ninguém sabia de quem se tratava; logo pensamos numa possibilidade óbvia: ele deve ter se mudado, ou morrido depois de tanto tempo. Mas, antes de desistirmos e irmos embora, meu pai resolveu fazer uma última tentativa mudando a pergunta que dessa vez foi: “Você conhece um maconheiro quarentão que mora nessa rua?” E a resposta foi imediata: “Sei sim, é naquela casa ali”. Fiquei impressionada! Devíamos ter tentado dessa maneira desde o princípio…

Bem, quando o ser humano abriu a porta, foi uma imagem um tanto quanto bizarra pra uma criança de 10 anos. Aquela pessoa tinha realmente parado no tempo, não tinha vivido nem os anos 80 e muito menos aqules atuais 90. Com um cabelão comprido, os olhos pela metade e coçando a cabeça com o indicador, aquele Fulano nos espiou pela porta e não queria nos atender de jeito algum pensando que meu pai poderia ser um policial. A coragem de abrir a porta aconteceu quando meu pai o chamou pelo apelido, se identificou e começou a contar algumas histórias que eles tinham vivido juntos há XXXX anos atrás. Quando ele se aproximou e finalmente reconhceu meu pai, saímos pela rua conversando. Bom, eu não conversei, só fiquei prestando atenção naquele ser setentista que não falava nada com nada e andava como se estivesse pisando na lua. Sim, gente! As conversas eram atravessadas, sem nexo, e ele trocava os passos erguendo os pés a uma altura incrível! Quando meu pai se deu conta da maneira como ele caminhava, resolveu perguntar a respeito e a resposta foi: “Descobri que andar assim gasta menos a sola do meu sapato e melhora a aerodinâmica”. Seria cômico se não fosse trágico. Aquele homem já tinha sido aluno de Biologia da USP e naquele dia aparecia na minha frente sem nem conectar corretamente as frases. Pra mim aquilo foi tão chocante que nunca mais me esqueci dos detalhes que aconteceram. Tive certeza: se quiser ficar desse jeito é só usar drogas!  Sim, para ficar “pastelão” a longo prazo, existem alguns caminhos, um dos mais eficientes é esse: use drogas!

Meu pai nunca me disse que o barato da droga é ruim. Pelo contrário, ele sempre falou: a droga dá uma resposta, o problema é o tipo de resposta que ela dá. É uma resposta falsa que quando termina volta o vazio e gera a dependência, o aprisionamento.

“O inteligente aprende com seus próprios erros, o sábio com os erros dos outros.”

“Simplesmente Delícia”

bolo de panqueca

Essa dica veio da minha amiga nutricionista Déborah que dividiu república comigo em Viçosa e agora, casada, também mora em BH. Realmente, só de olhar as fotos desse site já dá água na boca. Meu destaque aqui vai para o Bolo de Panquecas pela originalidade e facilidade da receita. Para quem tiver interesse em ver quais são os ingredientes e como se prepara essa e outras receitas, é só entrar nesse link:

http://www.simplesmentedelicia.com/index.php

Obrigada, Débs!

Gripada

GRIPE

Bom, estou gripada. Esse é o terceiro dia. Como trabalho numa escola, obviamente nem pude estar lá nesses dias e nem estarei enquanto não sarar.

O estado de gripe me deixa molenga, e com todos os outros sintomas que aparecem nessa situação, por isso não tenho ânimo de escrever no blog. Mas, tive que escrever nesse momento para registrar minha inconformidade com o que aconteceu hoje comigo. Na noite anterior tive muita febre, por isso achei por bem ir ao hospital consultar o médico já que a gripe palmeirense está à solta. Quando cheguei no hospital, tinha tanta gente que assustei, muitas delas de máscara cirurgica. Conversei com o recepcionista e ele me disse que, hoje, as consultas de clínica geral estavam suspensas por tempo indeterminado por causa da superlotação. Voltei com uma grande interrogação: qual é a real situação dessa tal gripe???? Já não estou entendendo mais nada…

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